FacebookTwitterRSS Feed

Eventos

Qui. maio 25 | horas: 09:00
Comemoração do Dia do Município - Feriado Municipal
Dom. maio 28 | horas: 09:00
Milha-Caminhada do JAA - Seda
Dom. maio 28 | horas: 16:00
3º Grande Prémio de Ciclismo AlterReal BTT
ver mais [+]

Galeria Fotográfica

  • monumentos_01

    monumentos_01

  • monumentos_02

    monumentos_02

  • monumentos_03

    monumentos_03

  • monumentos_04

    monumentos_04

  • monumentos_05

    monumentos_05

contact 1
 
Apoio ao Munícipe  
245 610 000
 
Sugestões Para: 
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
 

Utilidades

História do Município

Nota Histórica do Concelho após a Formação da Nacionalidade

Alter do Chão foi fundado como concelho em 1232, no reinado de D. Sancho II, com a atribuição do Foral, de tipo Ávila-Évora, pelo Mestre Vicente, Bispo Chanceler de D. Sancho II para o Bispado da Guarda e a quem estava entregue a acção povoadora e restauradora das localidades da área do território afeta à Diocese da Guarda, na jurisdição da qual se inseria Alter do Chão.
O termo primitivo do concelho era pequeno. Os limites resultavam do confronto com os mestrados de Avis e Priorado do Crato – Hospitalários e assim se manteve até ao séc. XIX. Torrejana era já termo do concelho de Seda, e este estava inserido na Ordem de Avis, assim como o concelho de Alter Pedroso. O concelho de Alter do Chão agregava apenas duas freguesias, a da sede e a de S. Bartolomeu do Reguengo.
Outros reis atribuíram foral a Alter do Chão. Em 1270 deixa de estar sob a influência do Bispado da Guarda e recebe novo foral D. Dinis em 1293, sendo este do tipo de Santarém. Entre outros privilégios, D. Dinis estabelecia neste foral que Alter do Chão não seria dada em senhorio a ninguém.
Em 1349 ocorre o episódio dos 12 Melhores de Alter. Conflito que resultou na morte de alterenses que mediante queixa ao rei se opuseram ao abuso do Direito de Aposentadoria por parte de um nobre, queixa que teve o atendimento do rei, mas perante a qual o nobre se vai vingar.
Uma lápide colocada sobre o portal de entrada do Castelo da Vila refere a conclusão deste, em 22 de Setembro de 1359, por D. Pedro I. Possivelmente não se trata de uma construção de raiz, mas o aproveitamento de uma fortaleza já cristã que por sua vez teria sido já um aproveitamento de uma estrutura desta natureza da época de ocupação romana e/ou muçulmana. Possivelmente esta construção/reconstrução teve o empenho do monarca, na sequência do referido episódio, para que Alter tivesse melhores condições de defesa.   
Na sequência da doação de Alter do Chão, ao condestável Nuno Álvares Pereira (1360-1431), por parte do rei D. João I, (1357-1433) é desfeita a regalia que D. Dinis havia estabelecido, desta Vila não sair da coroa.
Com o casamento, em 1401, da única filha de D. Nuno Álvares Pereira, D. Beatriz Pereira de Alvim (1380-1412) com o Duque D. Afonso I de Bragança, Alter do Chão entra no senhorio da sereníssima Casa de Bragança.
Uma lápide com inscrição de 1432, a referir a conclusão de obras no castelo ordenadas por D. Fernando, segundo Duque de Bragança, marca a propriedade deste pela Casa de Bragança.
Alter do Chão tinha assento nas Cortes.
Em 1512 teve novo foral – foral de Leitura Nova, outorgado por D. Manuel.
Chancelaria é elevada a concelho em 1518 com foral de D. Manuel.
Em 1524 é fundada a Santa Casa da Misericórdia de Alter do Chão, que vai incorporar o Hospital de S. Domingos já existente na Vila.
Em 1556 termina a construção do Chafariz Maneirista, (Fontinha), obra de elevado valor artístico, que segundo o Tombo velho da Misericórdia de Alter do Chão, começou em 1555, sob o patrocinio da Casa de Bragança.
Também sob o patrocínio desta Casa foi criado e construído o Convento de Santo António, tendo vindo a Alter, em 1617, o Duque D. Teodósio II e o seu filho João, Duque de Barcelos e futuro rei D. João para lançamento da primeira e segunda pedra.

Com o propósito de fornecer cavalos para a picaria real, em 1747, na Coutada do Arneiro, é fundada a Coudelaria de Alter, com a designação de Reais Manadas. A eguada e garanhões eram propriedade da Coroa/Estado e a coutada era da Casa de Bragança/ Casa de família do Rei. Um cavalo AR, o Gentil, entre vários analisados, foi escolhido pelo escultor Machado de Castro para modelo do cavalo da estátua equestre de D. José erguida em 1775 no Terreiro do Paço a marcar a renovação da baixa da cidade após o terramoto de 1755.
O Concelho regista um progresso no final do séc. XVIII, patente nas obras empreendidas na vila, que permitiram a melhoria das condições de vida. Em 1799 a Câmara Municipal dá à vila e à sua envolvente rural um significativo reforço no abastecimento de água, com a construção de dois chafarizes (dos Bonecos e da Barreira) e melhoramentos na fonte do Vale da Pia.
Em 1790 surge a lei de abolição das jurisdições senhoriais.
Com a extinção das ordens religiosas, e a reforma administrativa de 1836, o concelho de Alter do Chão passa a integrar o concelho de Seda e de Chancelaria como freguesias, ficando o concelho de Alter do Chão com uma dimensão incomparavelmente superior à que tinha até esta data. Cunheira, um lugar da freguesia de Chancelaria é desanexado desta em Fevereiro de 1976 e é constituído também como freguesia de Alter do Chão.
Em 1899 uma carta de lei autoriza o emparcelamento da herdade municipal do Mato de Alter, o que vai permitir a entrega, em 1900, de 827 courelas por moradores da freguesia de Alter do Chão.
Em 1900 o concelho de Alter do Chão, que para além das freguesias referidas agregava também a de Cabeço de Vide, tinha 7.997 habitantes, tendo a vila-sede 3.281.

FaLang translation system by Faboba

Redes Sociais

FacebookRSS Feed

Visitas

Ver visitas de Artigos
1158097

Contactos

Lg. Município, 2 7440-026

Alter do Chão

Telefone: +351- 245 610 000

Fax: +351- 245 612 431

E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

© 2012 Município de Alter do Chão Todos os Direitos Reservados